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DOUS TEXTOS DO PROFESSOR HIGINO MARTINS

DOUS TEXTOS DO PROFESSOR HIGINO MARTINS

Estes textos que apresentamos são do nosso bem querido Académico da AGLP Higino Martins, galego de gema mas argentino de nascimento e trajetória vital, que nos tem deleitado com tantos trabalhos referidos às etimologias de palavras de duvida origem, como no livro “Etimologias obscuras ou esconsas” ou saborosas obras como “As tribos Calaicas”, onde se nos fala dos diferentes povos galaicos da antiguidade e dos possível significado dos seus nomes étnicos do ponto de vista etimológico-linguístico. Mas nada desmerecem a outras obras, como a “A gramática do Céltico Comum” na que nos mergulhamos numa imensa obra de gramática duma língua que ficou esquecida na noite dos tempos, mas nos não menos importante do que os trabalhos que lemos dele nos Congressos que a AGAL organizava nos anos 80`s e 90`s ou os que tem elaborado para a pagina da ADIGAL (Associação Civil de Amigos do Idioma Galego) organizada por galegos da argentina e da qual é presidente: http://www.adigal.org.ar/

Mais uma vez temos aqui interessantes pesquisas que nos podem fazer escarvar na historia da nossa língua para deleite dos que amam a nossa língua. Desfrutem.

 

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ETERNAMENTE MALACA

POR: Concha Rousia. AGLP

 

Malaca, palavra que continua no interior a fazer-se gigante, a fazer-se fecunda, e sacra até. Pronuncio-a e sinto amigo, sinto mestre, sinto genuíno, congruente, criança que já se fez anjinho. Ouço os risos de felicidade de Deus por ter-te já ao seu lado. Hoje sinto inveja de Deus, pois nós ainda te necessitávamos, nós ainda te necessitamos. Malaca é aquele Mestre que se coloca ao lado do simples, do puro, do condenado, ao lado do que necessita, do que necessita e não tem, e do que necessita e tem, tem mas não sabe, Malaca é espelho brilhante de bondade.

 

Pronuncio o seu nome, digo João Malaca Casteleiro e abrem-se caminhos de palavras para os que deles já fóramos roubados. Conheci ao querido professor em 2008, quando veio a Santiago, junto com outro grande mestre, o Evanildo Bechara, para botar uma mão no nosso reencontro com a nossa língua; essa língua que devia de ser chamada de “galego”  mas que por vicissitudes da História deu em se chamar de “Português” Mas isso não significa que haja que renunciar a ela, nem que haja que ficar de braços cruzados quando ela é expropriada de um território que lhe é próprio: A Galiza! Mesmo quando com mãos galegas, e não só, é machucada toda vez que ela rebrota, com esse auto-ódio que se estende a tudo que leve aromas da nossa língua galaica.


Malaca veio ajudar a semear, nossa própria semente autóctone, veio com seu cesto de palavras infinitas, veio com sua caneta arar as nossas páginas feridas, veio matar a nossa sede, veio ser nosso guerreiro irmão, nosso imortal membro na AGLP. Hoje ao ouvir a palavra que anuncia a tua partida, a palavra barca que te afasta da Ribeira dos que ainda ficamos aqui mais um bocadinho, senti uma desolação amarga, breve, mas muito amarga. A tua morte dói onde dói o amigo, onde dói o irmão, onde dói a família, onde dói a carne, onde dói a carne e o espírito. É neste instante que vem a mim uma imagem da Conceição chorando-te, grande companheira sempre ao teu lado. Mas a dor, ainda que intensa, é breve porque a alegria de conhecer-te, a alegria de ter crescido ao teu lado, é tanta que ganha o combate.


Hoje venho aqui, juntar este meu molhinho de palavras, com a ousadia de quem, ainda sabendo-se humilde ali onde tu eras Grande, sente que deve gritar desde a verdade. E com essa força venho, venho apenas te dizer obrigada! Obrigada Malaca, obrigada professor, obrigada meu camarada. Hoje passam por mim imagens tantas, que guardarei como tesouros embrulhados no pano da própria pele. Foi, é, grande o teu legado, e quando digo legado não me estou a referir as inúmeras obras lexicográficas, aos vocabulários e tantas e tantas outras. Eu falo do teu legado de combatente em defesa da nossa língua. Da nossa língua extensa que navega os sete mares nos 7 ventos, como já cantamos no hino da Lusofonia, esse que criamos juntos todos no barco dos Colóquios da Lusofonia. Naquele dia navegávamos pelas águas da Ilha da magia, Florianópolis, Açoreanópolis por alguns dias de maio de 2010.


Contigo tive a honra de falar na Academia Brasileira de Letras, eu representava a Galiza; junto do magnífico anfitrião, o nosso Evanildo Bechara, e com o imbatível Chrys Chrystello, artelhador de equilíbrios impossíveis… Se eu pudesse escolher algum dia no que eu me senti honrada por caminhar ao teu lado, esse podia ser um deles. Mas há tantos, há tantos que eu agradeço. Contigo e os Colóquios da Lusofonia navegamos depois pelos mares da China, Macau fez-se casa por um tempinho para a nossa nave, que tu tão bem capitaneaste naquelas terras que para ti eram como a própria Serra da Estrela, Covilhã , A Guarda, Seia, ou Lisboa mesmo… terras cultivadas com grande amor com as tuas palavras. 


Hoje passo páginas com lágrimas, imagens que guardarei até o dia que eu partir; nelas viajo ao teu lado, vamos às furnas, e eu me abrigo no teu guarda-chuvas, eu não levara, mas não permitiste que me molhasse, era setembro, aprendi bem no princípio o bom e generoso que tu eras, Malaca. Sorrio ao lembrar as piadas no autocarro dos Colóquios pelas Lombas das terras Açoreanas, São Miguel, Santa Maria, Graciosa… Hoje as ilhas todas da Lusofonia choram por nunca mais ouvir a tua alegria, mas tu fazes parte, querido amigo, querido mestre, querido camarada, tu fazes parte da sua eternidade; da nossa eternidade, Malaca. 

 

Carvalho Calero e a renovação pedagógica do Colégio Fingoi

O académico da AGLP Ramom Reimunde Norenha pronunciou esta palestra na terça-feira, 14 de janeiro, no salão da Deputação Provincial de Lugo.

 

 

Introdução.-

O primeiro é dar os parabéns a todos porque já estamos no ano em que por fim se dedica o Dia da Letras Galegas a D. Ricardo Carvalho Calero, e este de hoje é um dos primeiros atos comemorativos. Será todo um ano de homenagens a quem o merece.
Será também um ano intelectualmente polémico, porque cada quem quererá adaptar o homenageado às suas posições políticas e linguísticas. Se quiseram assimilar e minimizar Castelao no 86 e desde 1950, como não o iam fazer com o seu correligionário galeguista? Estão preparando-se homenagens, reedições das suas obras e sobre o autor (aqui mesmo nesta casa se imprimirá o novo Cativeiro de Fingoi, da mão de Joám Ramiro Cuba, que é garantia de bem fazer, onde se explica tudo o que fez D. Ricardo em Lugo durante quinze anos, e em Laoivento o magnífico livro de Martinho Montero ampliado), uma biografia em Ir indo de Paulo Mirás, banda desenhada da AGAL e mesmo congressos e festas. Cousas veremos! Todo um ano de celebrações à altura do mais importante linguista e estudioso da literatura galega do século passado. E não só, porque como escritor cultivou todos os géneros literários com grande qualidade.

 

Ligação para descarga abaixo.

 

De Carballo a Carvalho [2020] Artigo do professor Montero Santalha

Em Carvalho Calero deu-se nos derradeiros anos da sua vida uma mudança no seu uso público da língua escrita: uma mudança que podemos resumir e simbolizar na grafia do seu próprio apelido, quando começou a empregar para ele a ortografia portuguesa ou histórica "Carvalho", em vez da comum em Espanha "Carballo" (de origem castelhana, mas usual na Galiza contemporânea, e ademais, neste caso, «oficial» na sua documentação pessoal).

Como foi realmente essa mudança? Este artigo quer ocuparse desse aspecto da biografia de Carvalho.

Publicado em: Bernardo Máiz Vázquez (coord), "O Carballo que fun en Ferrol: Aproximación a Ricardo Carvalho Calero", Club de Prensa, Ferrol 2020, pp. 113-130.

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