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JOSÉ GORÍS CUINHA

Bandeira (Galiza), 1964

FOTÓGRAFO

Nasci em 1964 na Bandeira, vila da qual me considero eternamente vizinho, ainda que levo morando em Vigo desde o ano 1990.

Sou fotógrafo, por obra e graça da pintura e profissional porque de algo há que comer.

Em paralelo à minha faceta profissional, desenvolvi a minha visão fotográfica mais pessoal em diversas exposições.

Para além da fotografia sempre senti inquedança pela situação galega, quer na parte política, quer na questão linguística. Neste plano participei em diversas atividades.

Desde 2012 colaboro na parte gráfica com o Blogue Desperta do teu Sono (DTS).

HUMBERTA BRITES DIAS JERÓNIMO ARAÚJO

Nascimento: 2 de Março de 1959, em Santa Cruz da Graciosa, Açores.

 

Percurso Profissional:

Setembro de 2024: Aposentada dos Serviços de Tráfego Aéreo da NAV Portugal;

2001-2005: Professora eventual de Português e Inglês na Escola Secundária de Machico, Madeira (acumulando com as funções na NAV Portugal);

1995-1997: Tutora (convidada) de Português para estrangeiros, na Universidade dos Açores;

1997-1999: Professora eventual de Inglês do Ensino Recorrente/Adultos, na Escola Secundária Domingos Rebelo, Ponta Delgada, Açores (acumulando com as funções na NAV Portugal);

1988 -1997: Supervisora Operacional do Serviço de Comunicações Aeronáuticas no Centro de Controlo Oceânico de Santa Maria

1981-2024: Técnica de Comunicações e Informação Aeronáutica dos Serviços de Controlo de Tráfego Aéreo da NAV Portugal;

1979-1981: Professora Provisória de Português e Inglês na Escola do 2º e 3º ciclos de Vila do Porto, Santa Maria, Açores.


Percurso Académico:

1981-1982: Curso Ab Initio de Serviços de Tráfego Aéreo, Centro de Formação da ANA-epe, Lisboa;

1982-1983: Especialização em Comunicações Aeronáuticas Rádio, Terra/Ar, Centro de Formação da ANA-epe, Lisboa;

1991-1995: Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, Variante de Estudos Portugueses e Ingleses, pela Universidade dos Açores;

1996-1997: Pós-Graduação em Cultura e Literatura Portuguesas, pela Universidade dos Açores;

2007-2008: Pós-Graduação em Língua e Literatura Portuguesas, pela Universidade dos Açores.

 

Outras atividades:

Membro do Grupo de Teatro Experimental de Santa Maria, Açores, e autora de alguns dos textos encenados;

Membro fundador do CAV (Centro de Artes Visuais) de Santa Maria, tendo participado de diversas exposições coletivas;

Jornalista e editora do jornal O Baluarte de Santa Maria;

Membro da equipa de Pulsar, suplemento literário do jornal Açoriano Oriental (Ponta Delgada);

Cronista dos jornais Correio dos Açores, Diário dos Açores e Açoriano Oriental (Ponta Delgada);

Colaboradora da Revista NEO, revista transcontinental, coordenada por John Starkey e editada pelo Departamento de Línguas e Literaturas Modernas da Universidade dos Açores;

Revisora de texto de autores açorianos;

Letrista de músicos açorianos e nacionais, entre os quais Mário Mariante e José Medeiros;

Promotora e membro do grupo responsável pelas “Noites de Poesia”, na Travessa dos Artistas, em Ponta Delgada;

Membro da AICL (Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia);

Coordenadora e Co-editora, com a Calendário de Letras, de Cheiros da Noite, de Maria Luísa Lobão;

Presentemente, colaboradora de # 9 Bairros, revista e plataforma digital da candidatura de Ponta Delgada – Açores a Capital Europeia da Cultura 2027.

 

Publicações:

Chamas na noite, Imprassor;

Nós, palavras, em co-autoria com Eduardo Bettencourt Pinto, Emanuel Jorge Botelho, Jorge Arrimar, J. Tavares de Melo, Luís Xares e Sidónio Bettencourt, Gráfica Açores;

Antologia no feminino: 9 ilhas, 9 escritoras, Calendário de Letras;

“O traço insular em Cecília Meireles” – 24º Colóquio da Lusofonia, Graciosa;

“Influência das migrações na literatura e no léxico açorianos” – 25º Colóquio da Lusofonia, Montalegre;

“O Livreiro de Santiago: Carlos George do Nascimento, de pastor no Corvo, a editor de Pablo Neruda” – 26º Colóquio da Lusofonia, S. Miguel;

“Alguns aspetos da ironia na construção de Santo Amaro Sobre o Mar, de Urbano Bettencourt”, 27º Colóquio da Lusofonia;

“Fala de Inês Pereira a Neto de Moura”, Página UMAR-Açores/Diário dos Açores;

“Demonizadas à nascença – 16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres”, Página UMAR-Açores/Diário dos Açores;

“Uma longa história: representações da mulher na Literatura”, Página da UMAR-Açores/Diário dos Açores;u

“Nada podeis contra o amor – no Dia Mundial Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia”, Página da UMAR-Açores/Diário dos Açores;

“Mayday, Mayday, Mayday ” – Revista Navegar;


Trabalhos de revisão registados na Biblioteca Nacional de Portugal:

De outra cor, de Susana Teles Margarido, il. Marília Ascenso e Fedra Santos, rev. Brites Araújo, Direção Regional da Igualdade de Oportunidades, Nova Gráfica;

Diário do meu segredo, de Susana Teles Margarido, il. Abigail Ascenso, ver. Brites Araújo, Direção Regional da Igualdade de Oportunidades, Nova Gráfica;

Sou diferente, sou fantástico, de Susana Teles Margarido, il. Marília Ascenso, Fedra Santos, rev. Brites Araújo, Direção Regional da Igualdade de Oportunidades, Nova Gráfica;

Quando for grande… quero ser pai, de Susana Teles Margarido, il.Joana Dias, rev. Brites Araújo, Direção Regional da Igualdade de Oportunidades, Nova Gráfica;

Os sonhos de Inês, de Susana Teles Margarido, il. Luís Roque, Ana do Rego Oliveira, Rui Costa, rev. Brites Araújo, Nova Gráfica.

 

Trabalhos de coordenação e co-edição:

Cheiros da Noite, de Maria Luísa Lobão, Calendário de Letras

 

Trabalhos de tradução:

The Lost Boy, de Susna Teles Margarido, il. Fedra Santos, tradução Brites Araújo, ed. Junta de Freguesia de Rabo de Peixe

 

Ativismo no âmbito da “Questão do Galego”:

Apresentação do livro Se os carvalhos falassem, de Concha Roussia, em Ponta Delgada, Lisboa, Ceia, Porto e Braga;

Celebração do Dia das Letras Galegas na Galeria Arco8, em Ponta Delgada, nos anos de 2017 e 2018;

Encontros com professores e alunos das escolas Secundária Antero de Quental, Ginetes, Maia e Sta. Cruz da Graciosa, onde se apresentou e debateu o lugar do Galego na Lusofonia;

Participação em eventos/encontros promovidos pela poeta Concha Roussia e/ou indivíduos e coletividades ligados às letras e ao ativismo galego.

IRENE VEIGA DURÁN

Ourense, 15 de janeiro de 1966.

Trabalha como professora de Ensino primário na cidade de Ourense. 

Tem participado em diferentes organizações de âmbito linguístico e sociocultural, desde a Casa da Xuventude de Ourense, nos anos oitenta; a Asociación Cultural Auriense, nos noventa; a A. C. “A Gente da Barreira” de Ourense; o MDL (Movimento Defesa da Língua), do qual foi secretária de organização. 

Membro fundador da Coordenadora Galega de Roteiros (1998-2008); secretária da Assembleia da Língua (2002); presidenta da Associação Cultural “A Esmorga” de Ourense; membro fundador da A.C. Pró-AGLP (Pró Academia Galega da Língua Portuguesa) no ano 2007 e presidenta da mesma entre 2011 e 2014. 

Irene Veiga é escritora de obras de narrativa, poesia e teatro. Publicou vários poemas numa colêctanea de poesia feminista "Mulheres entre poesia e luta". É umas das autoras da colectânea “Agora que conto”.

Em 2017 ganhou o prémio O FACHO de teatro infantil com a obra “Teatro para brincar no Natal”. 

É roteirista da obra de banda desenhada (HQ) “Ricardo Carvalho Calero, Coraçom de Terra”.

A sua última obra é o relato “Oceanoe: travessia polo mar das Antelas”, incluído no projeto multimédia do mesmo nome.

Gosta de poesia, de escrevê-la também, de beber um bom vinho com as amigas nas tabernas e da tranquilidade duma praia vazia numa tarde de verão.

NOEMI VÁZQUEZ NOGUEIRAS

Ourense, 1982

Nasceu em 23 de agosto de 1982. É licenciada em Filologia Galega e em Filologia Portuguesa pola USC. Tem um mestrado em Serviços Culturais também pela USC. Em 2005 começa a dar aulas de português para academias, sindicatos, associações e na Universidade de Vigo-Câmpus de Ourense. Também fez traduções e foi docente dos Ops (O português Simples). 

Em 2016 começa a dar aulas de português nas EOIs  da Galiza. Desde 2022 é professora de língua galega e portuguesa no ensino secundário. 

Em 1999 esteve envolvida em vários grupos de teatro universitário como a Aula universitária de Teatro de Ourense, Eis Teatro da faculdade de Filologia da USC e o grupo de Teatro da Universidade Nova de Lisboa

Em  2002 começou no ativismo linguístico e cultural com diferentes responsabilidades no MDL (Movimento Defesa da Língua), na Associação Cultural “A Esmorga” de Ourense, na Pró- AGLP e na AGAL.

Tem organizado eventos culturais como o “Português Perto, aquelas nossas músicas” (que contou com dez edições), na Universidade de Vigo-Campus de Ourense; ou o Festival “Estou Lá”, dentro dos Colóquios da Lusofonia, realizados em Ourense em outubro de 2012.

Em 2011 constrói e abre com um sócio a taberna cultural “A Corte dos Bois” em Santa Ana (Sandiás – A Límia), chegando a ser um local de referência cultural. 

Em agosto de 2014 inaugura um novo local cultural em Vilar de Santos (A Límia) “A Arca da Noe”. Em onze anos de trajetória e com mais 1100 concertos organizados, esta iniciativa foi galardoada com três Prêmios Martin Codax da Música  à Melhor Sala de Concertos. 

De 2020 a 2023 dirige o projeto "Oceanoe. Travessia polo Mar das Antelas", conto-cd com mais de 50 pessoas envolvidas nele, com uma edição de 2000 exemplares.

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