Seoane Dovigo, Maria (1972)

 

Maria Seoane Dovigo nasceu na Corunha em 1972. É licenciada em Filologia Hispânica pela Universidade da Corunha. Realizou os cursos de doutoramento entre 1995 e 1997 no departamento de Filologia Espanhola e Latina da mesma universidade e obteve a suficiência investigadora com um estudo sobre o exórdio nas retóricas espanholas do século XVI. Foi bolseira de investigação da Junta da Galiza entre 1995 e 2000, anos nos que trabalhou no seu projeto de tese de doutoramento, dedicado à análise do género do prólogo. Apresentou diferentes trabalhos em congressos sobre literatura renascentista, edição de textos e literatura galega e colaborou em projetos de investigação sobre as fontes documentais para o estudo do teatro na Corunha, a literatura emblemática hispânica e a catalogação de publicações periódicas dos séculos XVI ao XVIII em bibliotecas da Galiza e Portugal.

Reside em Portugal desde 2000, onde é professora de Espanhol no ensino básico e secundário da rede de ensino público. A profissão docente levou-a a residir em diversas localidades no Algarve, no Alentejo e, atualmente, em Lisboa. Tem colaborado com a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa desde 2015 no programa de formação de professorado na qualidade de professora orientadora. Desenvolve trabalhos sobre a abordagem dos conteúdos culturais duma perspetiva internacionalista e interdisciplinar na didática das línguas estrangeiras. Nessa linha apresentou uma experiência de aula com materais didáticos próprios criados a partir da poesia do chileno Pablo Neruda nas aulas de espanhol/ língua estrangeira em Portugal no “VI Congreso de la enseñanza de español en Portugal” (Porto, 2015).

Está ligada ao associativismo desde 1991, ano em que se vinculou à Assembleia Galega da Mulher da Crunha e à Asociación Sócio-Pedagóxica Galega. É vogal do Conselho Diretivo da A.C. Pró-AGLP desde 2011. Faz parte da Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia, do MIL-Movimento Internacional Lusófono, da AGAL-Associaçom Galega da Língua e da PISCDIL- Plataforma Internacional da Sociedade Civil das Diásporas Lusófonas, da que é membro fundador. Faz parte do Conselho Geral do Museu da Língua Portuguesa de Bragança, em representação da Academia Galega da Língua Portuguesa.

Publicou artigos de divulgação e opinião sobre a cultura e a sociedade galegas em Portugal e das culturas e sociedades lusófonas na Galiza, em diferentes meios impressos e digitais: Portal Galego da Língua e revista Palavra Comum na Galiza, e revista Nova Águia, do Movimento Internacional Lusófono, e revista cultural Licungo, do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora, em Portugal. Com o mesmo intuito de divulgação cultural e comunicação entre as sociedades participou com diversas comunicações nos seguintes encontros anuais: Congresso da Cidadania Lusófona promovido pelo MIL em Lisboa, desde 2013, Encontro dos Escritores Moçambicanos na Diáspora em Lisboa, desde 2013, e Jornadas das Letras Galego-Portuguesas em Pitões das Júnias, Montalegre, desde 2014. Também foi convidada a palestrar ou apresentar comunicação nos seguintes encontros: “Ciclo de Conferências sobre os 10 anos de independência de Timor” (Universidade Lusófona, Lisboa, 2012), “Festival Jovem da Lusofonia”, da associação IUNA + Lusofonia em (Aveiro, 2013), “5ª edição do Encontro de Escritores Lusófonos” (Odivelas, 2015), Festival Literário “Tabula Rasa”, (Fátima, 2015) e “Congresso Internacional das Diásporas Lusófonas”, (Lisboa, 2015).

Como poeta participou nos seguintes encontros: “Raias Poéticas” (Vila Nova de Famalicão), Festival Internacional de Poesia “Grito de Mulher” (Lisboa), “Festival Imigrarte” (Lisboa), “Conversas com sabor a canela” (Montemor-o-Velho) e “Palavras no Mundo- Dia Internacional da Língua Materna” (Lisboa). Participou em antologias poéticas em Portugal, na Galiza e na Espanha: Um feixe de poesia na porta, do coletivo poético galego “A Porta Verde do Sétimo Andar”, Alquimia del fuego (Madrid, Amargord Ediciones) e as antologias De corpo inteiro e Rio dos bons sinais do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora. Publicou poemas nas revistas Palavra Comum (Galiza), Elipse-Revista literária galego portuguesa e na revista Licungo, do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora.

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Joám Evans no «Assises des Langues Portugaise et Espagnole»

Joam Evans na Univ monnet

O académico Joám Evans Pim participa no encontro
"Assises des Langues Portugaise et Espagnole" em Saint-Etienne, França

Este encontro, que decorre na Université Jean Monnet durante os dias 20, 21 e 22 de janeiro, inclui 15 oradores, exposições e atuações musicais, com o patrocínio da Universidade Jean Monnet, a Université Sorbonne Nouvelle 3, e o Camões Instituto da Cooperação e da Língua.

 

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Universidade Aberta na Galiza

O Município de Rianjo e Universidade Aberta chegam a um acordo para instalar um Centro desta universidade na vila galega. O entendimento chega depois de uma reunião em Rianjo pela qual se acordou instalar um Centro Local de Aprendizagem (CLA) da Universidade Aberta, em aplicação do Protocolo de Colaboração assinado há vários anos entre o Concelho e a Universidade.

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AGLP NO 25º COLÓQUIO DA LUSOFONIA EM MONTALEGRE

Montalegre acolheu o 25º Colóquio da Lusofonia, com a colaboração da Academia Galega da Língua Portuguesa, do 21 ao 25 de abril.

Entre os temas tratados, a Língua Portuguesa, Açorianidade e Lusofonia, Tradutologia e uma sessão dedicada à Galiza, para além de varias outras comunicações também galegas.

Este Colóquio acolheu assistentes procedentes de Alemanha, Açores, Austrália, Bangladeche, Bélgica, Brasil, Canadá, França, Galiza, Goa, Índia, Itália, Luxemburgo, Malaca, Portugal, Macau, e Timor-Leste, incluindo 10 representantes de três academias de língua portuguesa e 13 universidades e politécnicos.

O evento contou com a participação ativa do Prémio Nobel da Paz 1996, D. Ximenes Belo, como convidado especial. Durante o Colóquio homenageou-se o dramaturgo Norberto Ávila, com a representação de uma peça do escritor açoriano Álamo Oliveira. Foi também o marco para a assinatura do convénio que a AICL firmou com o Observatório da Língua Portuguesa.

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Galiza acolhe edição 2015 do Simpósio SIPLE

Caderno de resumos e programação final

A edição de 2015 do Simpósio da Sociedade Internacional de Português Língua Estrangeira, terá lugar os dias 16 e 17 de outubro no Museu do Povo Galego de Santiago de Compostela, tendo por título "O Português em espaços multilingues". O encontro realiza-se nesta cidade por sugestão da SIPLE, que organiza o evento junto da AGLP com a estreita colaboração da DPG- Associação de Docentes de Português na Galiza.

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A literatura portuguesa depois da revista Orpheu

Primeira sessão do Ciclo de Cultura Contemporânea Nexos
17 de outubro, Biblioteca e Arquivo da Galiza

A revista Orpheu, fundada há cem anos agora, foi "o primeiro grito moderno que se deu em Portugal", nas palavras de Almada Negreiros. Desse grito inaugural derivaram ecos virtuosos nos terrenos da poesia e da narrativa. Um dos frutos mais celebrados foi a obra do poeta Herberto Helder, falecido infelizmente no vigente 2015. Outros de seus marcos culminantes são os romances da escritora Lídia Jorge. Por ocasião do centenário da Orpheu, o ciclo Nexos e o Instituto Camões propõem uma viagem ao último século da literatura portuguesa, com parada em dois nomes aplaudidos pela crítica e por várias gerações de leitores.

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Participação galega no festival “Munda Lusófono”, em Montemor-o-Velho (Portugal)

 

Evento conta com o apoio da Associação Cultural Pŕo-Academia

“Munda Lusófono – 2º Encontro Literário de Montemor-o-Velho” é um evento organizado pela Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, através da Biblioteca Municipal Afonso Duarte, com a coordenação da escritora montemorense Lurdes Breda, que irá decorrer, no concelho de Montemor-o-Velho (Portugal), nos dias 10 e 11 de outubro de 2015.

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Isaac Alonso Estraviz Prémio Arraiano Maior 2015

 Isaac Alonso Estraviz

Isaac Alonso Estraviz (*)

A associação cultural Arraianos concedeu o Prémio Arraiano Maior 2015 ao lexicógrafo Isaac Alonso Estraviz, académico da AGLP. O galardão será entregue num ato que decorrerá no sábado, 19 de setembro, na capela da Nossa Senhora do Jurês, em Lóvios.

Estraviz receberá, igualmente, a guilhada e a pucha que o reconhecem como Arraiano Maior, bem como um diploma do coletivo português Porta XIII, premiados na anterior edição. A seguir haverá um jantar de confraternização num restaurante da localidade da Baixa Límia.

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