AdminWeb

AdminWeb

Alunado e professorado da UNIVERSIDADE SÉNIOR DE AMARANTE realiza visita de estudo a Compostela e à CASA DA LÍNGUA COMUM

No próximo dia 15 de Maio, a AGLP recebe, em Santiago de Compostela e na Casa da Língua Comum, um grupo de cerca de cinquenta alunos e professores da Universidade Sénior de Amarante.

  AGLP. 11/05/2026


Inserido numa visita de estudo da disciplina de História da Língua, este evento resulta da organização conjunta de Brites Araújo, professora daquela disciplina na Universidade Sénior de Amarante, Concha Rousia e Jesus Requena, que, em Compostela, trataram de “arquitetar” um programa que proporcionasse aos visitantes, em particular aos alunos, não só uma experiência do contexto histórico e linguístico galaico-português, como o contacto directo com o património cultural e linguístico comum.

Após um passeio pelo Centro Histórico da cidade, uma pequena comitiva, composta por alunos, professores, membros da AGLP e representantes da Câmara Municipal de Amarante, será oficialmente recebido pelo Concelho de Santiago de Compostela, breve e simbólica sessão de boas-vindas.

Seguir-se-á um almoço, no restaurante San Martin Pinario, após o qual os visitantes terão tempo livre para explorar um pouco mais das ruas, monumentos e comércio do Centro Histórico de Compostela.

Pelas 18:00h, reunião-se-ão na Casa da Língua Comum, onde serão recebidos pelo Presidente da AGLP, António Gil, e por outros membros da Academia. Da recepção na Casa da Língua Comum, constará ainda uma pequena palestra sobre a Língua e a Galiza, proferida por Ângelo Cristovão, ao que se seguirá um momento de Poesia nas vozes de Iolanda Aldrei, José Manuel Barbosa, Concha Rousia e Brites Araújo.

Moncho do Fidalgo, numerário da AGLP com 57 anos de consciência reintegracionista: “é um movimento lento, mas seguro! Não há outra saída”

O autor da primeira narrativa longa em português da Galiza apresenta A menina da Ribeira, o seu oitavo título

 

 AGLP. 09/05/2026

Texto: J. Rodrigues Gomes; Fotografia: José Manuel Barbosa; Coordenação linguística: Antia Cortiças Leira; Produção: Xico Paradelo.


Como "uma novela realista e em partes históricas": assim apresenta José Ramão Rodrigues Fernandes , Moncho do Fidalgo, numerário da Academia Galega da Língua Portuguesa, a sua última obra, intitulada A menina da Ribeira . É o oitavo título de quem foi o primeiro autor a publicar narrativa longa em português da Galiza, um percurso iniciado em 1983, segundo salienta um estudo do professor e investigador Francesco Traficante. Outro professor, José Manuel Barbosa, afirma no prólogo deste último livro que o que faz o narrador é “deixar a sua memória pessoal convertida em memória coletiva do nosso povo galego, em memória da nossa língua, da nossa cultura, da nossa civilização e da nossa forma de pensar e de perceber o mundo”. A menina da Ribeira teve um lançamento nas Jornadas de Língua e +, que foram organizadas pela AGLP no Museu da Límia, em Vilar de Santos, onde o acompanhava Isaac Alonso Estraviz. Moncho do Fidalgo, que profissionalmente se dedica à eletrónica industrial e às telecomunicações, destaca como um ativista cultural, literário e jornalístico e fala-nos nesta entrevista de sua biografia, trajetória e produções. Está na casa dos 70, já reformado, e tem “57 anos de consciência reintegracionista”, afirma.

 -Apresenta-se A menina da Ribeira como “um romance realista e em parte histórica”: como é isso, que se deve entender por “realismo” e “romance histórico” nesta altura do século XXI?

--Bom, afirmar o realismo do século XXI é o que foca na representação objetiva da realidade. Crua e honesta, destacando questões sociais, desigualdade e vida atuais. O romance histórico, caracterizar-se-á por uma documentação ou fatos históricos, mesmo para mudar conceitos e revisar acontecimentos. A menina da Ribeira enquadra-se nestas duas visões.

 

-Publica esta narrativa em 2025, quando completa os 70 anos de idade. Parece um trabalho literário de síntese da sua vida, pois nele deparamo-nos com muitos acontecimentos conhecidos da sua biografia e trajetória. É assim?

--Sim, a personagem, Ricardo Aveiro, aparece em todas as minhas novelas e romances.

 

-Literariamente, também vamos encontrando muitos produtos seus anteriores. A Divisão Azul, por exemplo, já estava na sua primeira narrativa, O Sereno, um guerrilheiro em Estalinegrado; ou acontecimentos de Seguindo o caminho do vento, de relatos já publicados, que agora integra de novo n’A menina da Ribeira. Confirma-se assim a conhecida teoria de que sempre um escritor está a escrever e reescrever a mesma obra?

--Poderia dizer-se, o meu subconsciente é livre, não trato de o dominar, vai pela vida tocando a mesma moinheira, que, poderia interpretar-se assim, e esta seria a de Chantada... com versões diferentes e até arranjos distintos. Afinal os resultados poderiam ser obras diferentes. Nos meus anos moços estudei no Conservatório de Madrid, ensino livre: estudava numa academia e examinava-me no conservatório, quando ele estava nos baixos do Palácio da Música, em Ópera. Naquela altura não tocava mal o acordeão, mas hoje já não tenho a precisão matemática que tinha. Dizia Arthur Rubinstein que quando não tocava um dia ele notava, quando eram dois dias sem praticar, notava-o o público.

 

-Outra surpresa é o recurso cervantino de ler uma referência ao processo de composição da narrativa que estamos a ler, fala-se do livro de A menina da Ribeira no próprio livro. E também cita Cervantes, mesmo como possível produtor de ascendência galega, nas suas obras. Reconhece este autor, que é o centro do cânone literário espanhol, como uma das suas influências centrais?

--Cervantes Saavedra, apelidos galegos, tem influído em muitos escritores sem eles saberem. Os primeiros livros que os alunos leem é o Quijote, mas no meu caso acho que não tem influído. Sim Eça de Queirós no Primo Basílio ou Miguel Torga com a Vindima e Contos da montanha.

 

-O tratamento que dá à personagem da menina da Ribeira é muito diferente a outras personagens femininas da sua anterior produção, como a de Colensa de Seguindo o caminho do vento, ponhamos por caso. É esta uma mudança muito significativa, a que a atribui?

 --A Colensa faz parte de um romance e de uma ficção, A menina da Ribeira é uma pessoa real. Levamos mais de vinte anos casados.

 

-O professor Francesco Traficante põe em destaque num estudo que você foi o primeiro narrador em galego-português, com O Sereno, um guerrilheiro em Estalinegrado, editado em 1983 (2ª ed. em 1990). A menina da Ribeira é o seu oitavo título de narrativa: Como valoriza esta trajetória no campo literário galego nestes já quase 43 anos?

--Há uma realidade na Galiza, enquanto alguns vivemos para o galego, nosso idioma internacional, outros vivem do galego. Os autores que escrevemos em galego-português fazemo-lo em condições muito diferentes, não publicamos nas editoras do “regime”, não gozamos das ajudas do governo galego nem dos meios oficiais. Eu estou feliz de ter atingido uma meta considerável, dada a situação do mundo editorial na nossa nação.

 

-Em A menina da Ribeira afirma-se que a língua galega na Galiza “continua viva e vai seguir por muitos milénios mais”: em que se sustenta esse otimismo, quando os dados espelham uma situação bem distinta, caminho da substituição linguística pela língua espanhola?

--Tenho esperança na mudança da gente jovem. Observo que nas cidades começa um pequeno movimento de “neo-falantes”. Quiçá tenhamos que olhar o drama para agir?

 

-Foi secretário, da seção de Escritores em Língua Galego-Portuguesa nas Irmandades da Fala de Galiza e Portugal, como funcionou e que conseguiu com aquela experiência?

--Foi uma experiência grata, colaborar com o amigo José Luís Fontenla deu-me uma nova perspectiva, era uma pessoa otimista por natureza, as viagens a Portugal e o relacionamento com organizações portuguesas deu-me muita experiência e confiança no povo português.

 

-Desde a primeira metade da década de 1980-1990 pertenceu à AGAL e às Irmandades da Fala de Galiza e Portugal, uma dupla militância que para muitas pessoas resultava incómoda e difícil, como a lembra agora?

--Eu sempre pensei que trabalhar pelo regeneracionismo do galego era positivo. Quiçá nuca me dei de baixa da AGAL porque em certo modo ajudei a criá-la, eu que sei…!

 

-Como valoriza a evolução do reintegracionismo após mais da metade da sua vida de dedicação a esta causa?

--Eu sou “reintegracionista” desde os treze anos por diversos motivos. Quando vinham os portugueses pela minha aldeia todo o mundo comprovava que o que falavam nós o entendíamos. Após aqueles anos de infância e o meu deslocamento a Madrid com treze anos, nos Salesianos de Atocha, coincidi com alguns estremenhos, espanhóis, a falarem português... Acho que é um movimento lento, mas seguro! Não há outra saída.

 

-Na década de 1970-1980 conhecemos trabalhos seus na imprensa galega e em Portugal onde publicamente defendeu as teses de Rodrigues Lapa. Lapa mesmo lhe respondeu, e cita o seu nome, num trabalho na revista Tempo. Que significa este vulto português para si e na sua trajetória?

--Em Madrid conheci muita gente relacionada com Portugal, mesmo portuguesa, a cada passo ia afiançando mais o meu convencimento. Rodrigues Lapa foi um visionário, quando escrevi ao semanário Tempo, de Lisboa, eu ainda não tinha conhecimentos da língua bem escrita. Os conhecimentos vieram pela comunicação epistolar com Ricardo Coelho Iglésias, o português do Porto.

 

-Tem uma interessante experiência no jornalismo. Colaborou com A Nosa Terra e promoveu o projeto das publicações e a editora Renovação. Também deparamos com isso em A menina da Ribeira. Que significado lhe atribui ao jornalismo na sua produção?

Eu, de não ter estudado ciências, teria estudado jornalismo. O jornalismo usei-o sempre para desabafar, recusar ideias de política rança. Morto aquele projeto de Lôstrego, uns quantos reintegracionista co-fundamos Renovação-Embaixada Galega da Cultura. E mais tarde Renovação Edições.

 

-Em Renovação, um projeto cultural que promoveu em Madrid, para além de figuras galegas bem conhecidas que atuavam na Galiza e na capital da Espanha, também contaram com a participação de outras do exterior. Como chegaram, por exemplo, a Ernesto Guerra da Cal e como foi o contacto com ele?

--Com Guerra da Cal contactara, não lembro se fora Fontenla ou Estraviz.

 

-Do ponto de vista pessoal, cultural e mesmo literário: foi em Madrid onde encontrou o amor e a felicidade, apesar de ser uma cidade que não lhe resulta precisamente simpática, pelo que depõe dela.

--Certo, mas foram as pessoas galegas que lá moravam quem fizeram que eu me sentisse como em casa. De facto o oitenta por cento das horas passava-as a falar galego; nomeadamente, com o grande amigo meu, Isaac Alonso Estraviz, grande em todos os sentidos.

 

-Numa recente entrevista afirma que agora está a trabalhar numa nova narrativa, que diz respeito  à presença de pessoas galegas na emigração de Cuba: como está a resultar a escrita de um tema tão aliciante e distante no tempo, que materiais está a utilizar?

--De momento estou a tomar notas, amigos cubanos, livros de história...

 

-É um dos 30 fundadores da Academia Galega da Língua Portuguesa, que iniciou o seu andamento no ano 2008, e nas páginas de A menina da Ribeira inclui académicos numerários como Isaac Alonso Estraviz, Crisanto Veiguela Martins ou José Manuel Barbosa: como foi a sua participação neste tempo na AGLP, viu cumpridas as suas expetativas e que espera desta instituição?

--Bom, falo dos mais conhecidos para mim, mas tenho que dizer que António Gil foi um professor importante para mim, assessor linguístico no Seguindo o Caminho do Vento . Mas os méritos maiores foram os de Ângelo Cristóvão, ele mexeu-se, objetividade, especificações, trabalhados incansavelmente para fundar este projeto que começa a dar frutos e vai dar muito mais.

Pleno da Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa

AGLP 22/02/2025


Realizou-se o dia 21 de fevereiro a reunião do pleno da Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa, sob a presidência de António Gil.

O encontro desenvolveu-se com a assistência de 22 membros de número, com a presença virtual de 2 online. Além dos assuntos burocráticos habituais, como a aprovação das contas anuais de 2025, debateu-se e aprovou-se o plano de ação para o ano 2026, bem como o orçamento associado.

A Academia organizará 15 eventos durante o ano em curso, entre os quais, o "II Encontro de Língua e mais", para o dia 21 de março em Vilar de Santos; encontros literários e culturais em Ponferrada, o dia 11 de abril, e Vila Nova de Oscos no mês de julho; as XV Jornadas de Pitões das Júnias (Montalegre), os dias 30 e 31 de maio, em colaboração com a associação Desperta do Teu Sono; o Dia da Academia, que terá lugar o dia 3 de outubro na cidade de Ourense, ou a colaboração com o Instituto Internacional da Língua Portuguesa, da CPLP.

Acordou-se também promover diversas publicações, entre outras, sobre Johán Vicente Biqueira e Castelão, e os que foram membros da AGLP, José Paz Rodrigues, Carlos Durão e Higino Martins. Completa-se o programa com apresentações públicas das novas edições em várias localidades.

A reunião continuou com uma segunda parte, orientada às novas académicas correspondentes, sendo a ocasião em que Rosário Fernandes Velho recebeu o seu diploma. A nova académica agradeceu vivamente a honra de fazer parte desta comunidade académica, e disponibilizou-se para a colaboração nas tarefas em curso.

A Faculdade de Filologia da Universidade de Santiago acolherá, o dia 9 de fevereiro, um seminário de lexicografia em homenagem ao professor João Malaca Casteleiro

O evento, organizado pela Cátedra Institucional Carvalho Calero e a Academia Galega da Língua Portuguesa, com o apoio da Secretaria da Língua do Governo autónomo da Galiza, terá lugar na Sala de Graus da Faculdade, com início às 10 horas.

Participarão como oradores algumas das mais destacadas personalidades galegas e portuguesas no âmbito da lexicografia, além de estudiosos das obras de Carvalho e Malaca, cujo paralelismo vital foi assinalado pelo professor Carlos Quiroga, coordenador da Cátedra.

AGLP 22/01/2026


João Malaca Casteleiro foi um dos mais destacados linguistas portugueses do século XX. Licenciou-se em filologia românica em 1961, e doutorou-se em 1979, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com uma dissertação em sintaxe da língua portuguesa. Foi desde 1981 professor catedrático na mesma faculdade. Lecionou e coordenou a cadeira de sintaxe e semântica do português, no âmbito da licenciatura, e vários seminários nas áreas da sintaxe, léxico e didática no âmbito do mestrado.

Foi diretor de investigação do Centro de Linguística da Universidade de Lisboa, conselheiro científico do Instituto Nacional de Investigação Científica e presidiu ao Conselho Científico da Faculdade entre 1984 e 1987. Coordenou e colaborado em diversos projetos de investigação e de edição, em Portugal e no estrangeiro, em articulação com organismos como o Conselho da Europa, os Serviços de Educação do Governo de Macau e o Ministério da Educação de Portugal, entre outros.

Foi professor convidado na Universidade da Beira Interior, no Departamento de Artes e Letras. Foi membro da Academia das Ciências de Lisboa, desde 1979, e presidente do seu Instituto de Lexicologia e Lexicografia entre 1991 e 2008. Ao longo da sua carreira de professor orientou mais de meia centena de teses de doutoramento e de mestrado. Também foi membro correspondente da Academia Galega da Língua Portuguesa, tendo participado em vários seminários de lexicografia em Santiago de Compostela. Foi também patrono da Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia, participando durante mais de 15 anos nos eventos organizados por esta entidade, nomeadamente em Bragança e os Açores.

Em representação da Academia das Ciências de Lisboa, Malaca Casteleiro fez parte da delegação portuguesa ao Encontro de Unificação Ortográfica da Língua Portuguesa, realizado na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, em 1986, participou também no Anteprojeto de Bases da Ortografia Unificada da Língua Portuguesa, em 1988, bem como nos trabalhos que conduziram ao Acordo Ortográfico de 1990, firmado nesse ano, em Lisboa.

A 24 de abril de 2001 foi feito Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

João Malaca Casteleiro foi o responsável pela versão portuguesa do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, e coordenador científico do Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea e do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa editado pela Porto Editora em outubro de 2009.

 

PROGRAMA:

Assinar este feed RSS

Membros Numerários

Soutelo, Rudesindo (1952)

Soutelo, Rudesindo (1952)

03 junho, 2011 | Hits:10214

Rudesindo Soutelo Nasceu em Valdrães-Tui (Galiza). Estudou nos Conservatórios de Vigo, Madrid e Schaffhausen (Suiça...

Brea Hernández, Ângelo José (1968)

Brea Hernández, Ângelo José (1968)

01 junho, 2011 | Hits:9413

Ângelo José Brea Hernández Nasceu em Santiago de Compostela. Licenciado em Filologia Hispânica pela Universidade de...

Nozeda Ruitinha, Mário Afonso (1953)

Nozeda Ruitinha, Mário Afonso (1953)

02 junho, 2011 | Hits:9270

Mário Afonso Nozeda Ruitinha Nasce em Ourense. É professor Ensino Primário desde 1977; atualmente, no CEIP A Torre-...

Magalhães, Joana, (1982)

Magalhães, Joana, (1982)

17 fevereiro, 2023 | Hits:4226

Joana Magalhães (Espinho, 1982), é Investigadora de Pós-Doutoramento no Grupo de Investigação em Reumatologia, Instituto...

Gonçales Blasco, Luís (1941)

Gonçales Blasco, Luís (1941)

02 junho, 2011 | Hits:8639

Luís Gonçales Blasco, "Foz" Nado em Foz (1941), já desde a adolescência se interessa na identidade e na literatura ...

Vilhar Trilho, Xavier (1943)

Vilhar Trilho, Xavier (1943)

03 junho, 2011 | Hits:9723

Xavier Vilhar Trilho (*) Nasceu no lugar de Bazarra, freguesia de Toba, concelho de Cée, província da Crunha. Licen...

Seoane Dovigo, Maria (1972)

Seoane Dovigo, Maria (1972)

12 junho, 2016 | Hits:8671

  Maria Seoane Dovigo nasceu na Corunha em 1972. É licenciada em Filologia Hispânica pela Universidade da Coru...

Cristóvão Angueira, José Ângelo (1965)

Cristóvão Angueira, José Ângelo (1965)

02 junho, 2011 | Hits:10464

José Ângelo Cristóvão Angueira É o primeiro secretário da Comissão Executiva da Academia Galega da Língua Portugues...

Vasques Souza, Ernesto (1970)

Vasques Souza, Ernesto (1970)

03 junho, 2011 | Hits:10000

Ernesto Vasques Souza  Nasceu na Crunha. Licenciado em Filologia hispânica (Subsecção de galegoportuguês) na Univer...

Patronato da Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa

Patronato da Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa

11 agosto, 2020 | Hits:6081

  Alonso Estraviz, Isaac (1935) Álvarez Cáccamo Celso (1958) Barbosa Álvares, José Manuel (1963) Brea Hernández, Ângelo...

Rodrigues Fagim, Valentim (1971)

Rodrigues Fagim, Valentim (1971)

02 junho, 2011 | Hits:9707

 Valentim Rodrigues Fagim  Nasceu em Vigo. É licenciado em Filologia Galego-portuguesa pela Universidade de Santiag...

Castelo Lestom, Maria José, (1977)

Castelo Lestom, Maria José, (1977)

17 fevereiro, 2023 | Hits:4322

FORMAÇÃO USC 1995-2000Curso em Ciencias Políticas e da Administração, naespecialidade de Relações Internacionais.   U...

Teresa Moure Pereiro

Teresa Moure Pereiro

31 maio, 2017 | Hits:3693

Teresa Moure Pereiro é Professora Titular de Linguística Geral na Universidade de Santiago de Compostela, a cidade ond...

Cortiças Leira, Antia (1980)

Cortiças Leira, Antia (1980)

12 janeiro, 2025 | Hits:2088

Parida em Santiago de Compostela, com origens completamente de Ferrol e com algum ramal pretensamente lisboeta. É licenc...

Paz Rodrigues, José (1950) ♱

Paz Rodrigues, José (1950) ♱

02 junho, 2011 | Hits:10174

José Paz Rodrigues (♱) Professor de EGB (em excedência desde 1971), Licenciado em Pedagogia e Graduado pela Univers...

Aldrei, Iolanda (1968)

Aldrei, Iolanda (1968)

30 março, 2021 | Hits:6782

Nasceu em Santiago de Compostela no ano 1968. Desde 2013 mora no Vale do Pico Sacro. Escritora e professora, é licenciad...

Rei Samartim, Isabel (1973)

Rei Samartim, Isabel (1973)

02 junho, 2011 | Hits:10084

 Isabel Rei Samartim Nasceu na Estrada. Titulou-se em 1995 no Conservatório Superior de Música, da Crunha, acabando...

Figueroa Panisse, Adela Clorinda, (1948)

Figueroa Panisse, Adela Clorinda, (1948)

15 fevereiro, 2023 | Hits:4896

Adela Figueroa Panisse, nascida em Lugo, viveu em Pontevedra, onde desenvolveu a maior parte do seu labor profissional (...

Paradelo Rodrigues, Francisco Manuel (1966)

Paradelo Rodrigues, Francisco Manuel (1966)

02 junho, 2011 | Hits:9010

Francisco Manuel Paradelo Rodrigues, "Xico" Nasceu em Ourense. Autor e dinamizador de banda desenhada, iniciou o se...

Vásquez Corredoira, Fernando (1965)

Vásquez Corredoira, Fernando (1965)

03 junho, 2011 | Hits:9678

Fernando Vásquez Corredoira Nasceu na Crunha. Licenciou-se em Filologia Galego-Portuguesa na Universidade da Crunha...

Durão Rodrigues, Carlos (1943) ♱

Durão Rodrigues, Carlos (1943) ♱

02 junho, 2011 | Hits:9739

Carlos Durão Rodrigues Nasceu em Madrid, de família galega com tradição emigrante (Brasil, Catalunha, Cuba, Venezu...

Barbosa Álvares, José Manuel (1963)

Barbosa Álvares, José Manuel (1963)

01 junho, 2011 | Hits:10722

José Manuel Barbosa Álvares Nado em Ourense, é Diplomado em Professorado de Ensino Geral Básico pela Escola Univers...

Vidal Bouzon, Álvaro Jaime (1968)

Vidal Bouzon, Álvaro Jaime (1968)

03 junho, 2011 | Hits:9603

Nasceu em Irijoa (Crunha). É Licenciado em Filologia Hispânica pela Universidade de Santiago de Compostela, Diplomado em...

Montero Santalha, José-Martinho (1947)

Montero Santalha, José-Martinho (1947)

02 junho, 2011 | Hits:9719

José-Martinho Montero Santalha É o primeiro presidente da Academia Galega da Língua Portuguesa, membro da Comissão ...

Vásquez Freire, Xavier (1976)

Vásquez Freire, Xavier (1976)

03 junho, 2011 | Hits:10648

Xavier Vásquez Freire Nasceu na Crunha. Tem cursado estudos de Filologia Galega na Universidade da Crunha, além ter...

Álvarez Cáccamo Celso (1958)

Álvarez Cáccamo Celso (1958)

01 junho, 2011 | Hits:9160

Celso Álvarez Cáccamo Natural de Vigo, formou-se academicamente na Galiza, na Catalunha e nos Estados Unidos: na Un...

Martins Estévez, Higino (1941) ♱

Martins Estévez, Higino (1941) ♱

02 junho, 2011 | Hits:10344

Higino Martins Estévez (♱) Nasceu em Buenos Aires de pais galegos. Viveu oito meses na Galiza do ano 1947. Como adv...

Herrero Valerio, Mario (1968)

Herrero Valerio, Mario (1968)

12 junho, 2016 | Hits:8679

  CURRICULUM VITAE   Mário J. Herrero Valeiro   Corunha (02-02-1968)    ...

Trilho, Joám (1942)

Trilho, Joám (1942)

03 junho, 2011 | Hits:10195

Joám Trilho Nasce no município de Negreira, Crunha. Estudou no Seminário de Santiago; Canto Gregoriano, Musicologia...

Gil Hernández, António (1941)

Gil Hernández, António (1941)

02 junho, 2011 | Hits:9708

António Gil Hernández É membro da Comissão de Lexicologia e Lexicografia, e diretor do Boletim da AGLP no Conselho ...

Rousia, Concha (1962)

Rousia, Concha (1962)

03 junho, 2011 | Hits:9744

Concha Rousia É vice-secretária da Comissão Executiva da Academia Galega da Língua Portuguesa, do Conselho de Redaç...

Rodrigues Gomes, Joel (1959)

Rodrigues Gomes, Joel (1959)

19 janeiro, 2025 | Hits:2047

Joel Rodrigues Gomes nasceu em Ourense em 1959. Estudos: licenciado em Filosofia e Ciências da Educação (seção Psicolog...

Veiguela Martins, Crisanto (1959)

Veiguela Martins, Crisanto (1959)

03 junho, 2011 | Hits:10284

Crisanto Veiguela Martins Nasce em 1959 na vila da Veiga de Riba d’Eu, sob administração asturiana. Em Compostela c...

Alonso Estraviz, Isaac (1935)

Alonso Estraviz, Isaac (1935)

01 junho, 2011 | Hits:9928

 Isaac Alonso Estraviz (*) É o primeiro vice presidente da Academia Galega da Língua Portuguesa, membro da Comissã...

Mirás Fernandes, Paulo (1990)

Mirás Fernandes, Paulo (1990)

21 janeiro, 2025 | Hits:2266

Paulo Fernandes Mirás nasceu em Ordes e realizou estudos superiores na cidade da Corunha, onde cursou Inglês e Galego ...

Evans Pim, Joám (1983)

Evans Pim, Joám (1983)

02 junho, 2011 | Hits:11510

Joám Evans Pim  É editor e membro do Conselho de Redação do Boletim da AGLP. Nascido na Crunha, seguiu estudos de ...

×

Sign up to keep in touch!

Be the first to hear about special offers and exclusive deals from TechNews and our partners.

Check out our Privacy Policy & Terms of use
You can unsubscribe from email list at any time